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Pesquisa e Desenvolvimento

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS PACIENTES DO AMBULATÓRIO DE ESPASTICIDADE – O IMPACTO DA DANÇATERAPIA

Camila F. N. Pinheiro de Freitas (CENTRO DE NEUROPEDIATRIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ), Danielle Caldas Bufara Rodrigues (CENTRO DE NEUROPEDIATRIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ), Joseana Wendling Withers (CENTRO DE NEUROPEDIATRIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ), Maureen Bodanese (CENTRO DE NEUROPEDIATRIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ), Sandra R B Muzzolon (CENTRO DE NEUROPEDIATRIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ), Lucia Helena Coutinho dos Santos (CENTRO DE NEUROPEDIATRIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ)

Resumo
Introdução: Paralisia Cerebral (PC) é um termo utilizado para descrever pacientes com alterações da motricidade e postura causadas por lesões que ocorreram num cérebro imaturo, com sintomas clínicos não progressivos. Pacientes com PC apresentam menores índices de qualidade de vida (QV) que a população pediátrica típica. Terapias não convencionais tem sido propostas no tratamento da PC. Objetivos: Avaliar o impacto do projeto “Dança & Movimento” na qualidade de vida e no perfil emocional e biopsicossocial de crianças e adolescentes com PC. Casuística: Vinte e um pacientes do Ambulatório de Espasticidade em Pediatria do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná foram convidados a participar do projeto “Dança & Movimento” do programa de extensão Semeando Inclusão Social. Dez pacientes concordaram em realizar o programa proposto (GRUPO DE ESTUDO) e 11 não participaram da atividade, configurando o GRUPO CONTROLE. Métodos: O projeto “Dança & Movimento” consiste em uma aula de HIP-HOP por semana, realizada por fisioterapeuta. Neste momento os pais participam de grupo de discussão conduzido pela psicologia e, nos intervalos, os lanches são utilizados como recurso para aprendizagem de atividades da vida diária, com atuação da terapia ocupacional. Os pais das crianças dos grupos de estudo e controle responderam a 02 questionários sobre seus filhos, o Instrumento para avaliação de Resultados de Reabilitação em Pediatria (IARRP) e o CBCL (Child Behavior Check List), estes questionários foram reaplicados após um intervalo médio de 6 meses e os resultados foram comparados entre si. Resultados: A distribuição de gênero no grupo de estudo foi homogênea, com idade média de 12,2 anos, variando de 8 a 17 anos. A média de frequência no projeto foi de 23, variando de 14 a 31 aulas, 8 crianças apresentavam hemiplegia e 2 diplegia. Todas apresentavam marcha comunitária, sendo 8 classificadas como nível I do SCFMG e 2 como nível II. A comparação dos questionários nos dois momentos mostrou melhora nas dimensões função física e esportiva (p= 0,02) e função global (p= 0,02) do IARRP, diminuição dos índices de ansiedade e depressão (p= 0,04), comportamento agressivo (p <0,001), problemas externalizantes (p< 0,001), problemas sociais (p=0,05), problemas de ansiedade (p=0,05) e total de problemas (p= 0,01), do CBCL no GRUPO DE ESTUDO. No GRUPO CONTROLE os índices mantiveram-se sem alterações. Conclusão: O projeto “Dança & Movimento” produziu mudanças no perfil emocional e biopsicossocial e nos índices de Qualidade de Vida de crianças com Paralisia Cerebral.
Danielle Caldas Bufara Rodrigues, danibufara@hotmail.com

QUALIDADE DE VIDA E PERFIL EMOCIONAL E BIOPSICOSSOCIAL DE CRIANÇAS COM PARALISIA CEREBRAL SUBMETIDAS A DANÇATERAPIA: IMPACTO DO PERFIL DO CUIDADOR

Ana Paula Guimarães (CENTRO DE NEUROPEDIATRIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ), Danielle Caldas Bufara Rodrigues (CENTRO DE NEUROPEDIATRIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ), Joseana Wendling Withers (CENTRO DE NEUROPEDIATRIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ), Maureen Bodanese (CENTRO DE NEUROPEDIATRIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ), Sandra R. B. Muzzolon (CENTRO DE NEUROPEDIATRIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ), Lucia Helena Coutinho dos Santos (CENTRO DE NEUROPEDIATRIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ)

Resumo
Introdução: Paralisia Cerebral (PC) é um termo utilizado para descrever desordens permanentes e não progressivas no desenvolvimento da motricidade e postura que resultaram de injúrias ao Sistema Nervoso Central (SNC) imaturo. Comorbidades orgânicas e comportamentais estão frequentemente associadas e podem afetar a qualidade de vida (QV) do paciente e de seu cuidador. Objetivos: Verificar o impacto do perfil emocional e biopsicossocial do cuidador na qualidade de vida e perfil emocional e biopsicossocial de pacientes com PC. Casuística: Vinte e um pacientes do Ambulatório de Espasticidade em Pediatria do Hospital de Clínicas foram convidados, através de seus pais e/ou cuidadores, a participarem do projeto “Dança & Movimento” do programa de extensão Semeando Inclusão Social, que se constitui de uma aula de HIP-HOP semanal, ministrada por fisioterapeuta, concomitantemente a atendimento em grupo dos pais pela psicologia. Destes, 10 aceitaram o convite (GRUPO DE ESTUDO) e 11 não puderam participar da atividade, configurando o GRUPO CONTROLE. Métodos: Três questionários foram respondidos por pais de ambos os grupos: um questionário de avaliação do perfil emocional e biopsicossocial do próprio cuidador, o ASR (Inventário de Auto-avaliação para Adultos), aplicado em um único momento; e 2 questionários referentes a seus filhos, o CBCL (Child Behavior Check List) e o IARRP (Instrumento para Avaliação de Resultados de Reabilitação em Pediatria), aplicados em 2 momentos com intervalo de 12 meses. Resultados: O GRUPO DE ESTUDO apresentou melhores resultados no CBCL e IARRP, enquanto o GRUPO CONTROLE manteve-se estável. No GRUPO DE ESTUDO o perfil do cuidador esteve relacionado a melhores resultados no CBCL das crianças: na variável relação familiar dos pais (ASR), quanto maiores os escores obtidos, menores os índices de ansiedade/depressão, queixas somáticas, problemas de atenção e transtornos afetivos nas crianças (CBCL); na variável comportamento agressivo dos pais (ASR), quanto maior a sua presença, maiores os índices de problemas sociais e afetivos nas crianças (CBCL); quanto maiores os escores de personalidade anti-social dos pais (ASR), maiores os índices de problemas sociais, isolamento/depressão e transtornos afetivos nas crianças (CBCL). Conclusão: O perfil do cuidador produz impacto na qualidade de vida e perfil emocional e biopsicossocial de pacientes com Paralisia Cerebral.
Danielle Caldas Bufara Rodrigues, danibufara@hotmail.com

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